quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Dia Global de Adoração

Dia Global de Adoração
Dia Global de Adoração
O DGA (Dia Global de Adoração) é o chamado para um movimento global de unificação dos Cristão em adoração a Jesus Cristo, para que o Seu nome seja exaltado em toda a Terra. Nosso objetivo é unir as diferentes denominações existentes no corpo de Cristo, para que juntos celebremos e expressemos nosso amor por Jesus, cada uma de acordo com sua individualidade.
No dia 11.11.11 das 7-8 PM, nos 24 fusos-horários ao redor do mundo faremos uma onda de adoração utilizando uma tecnologia de web streaming, e à luz de Apocalipse 4 nós nos uniremos aos 24 anciãos que estão adorando a Jesus na sala do trono. De pequenas reuniões em células a grandes eventos espalhados pelo mundo; de cultos tradicionais a celebrações contemporâneas, neste dia, durante essa hora, o importante é estamos unidos como Corpo de Cristo, em Espírito e no Amor por Jesus Cristo! É assim que a adoração da terra se une à adoração dos céus!

Como você pode participar?
Queremos reunir o maior número de adoradores no Brasil e no mundo! Para isso contamos com a sua participação da seguinte forma:
    1. · Divulgando esse evento para sua rede de relacionamentos - família, amigos, igreja, e outros através do boca-a-boca, telefonemas, encaminhando esse email, etc. ;
    2. ·
    1. Organizando um evento de adoração na sua casa, igreja, cidade que possa ser transmitido pelo site do DGA

    1. www.globaldayofworship.com para outros países do mundo;
    2. · Sendo um voluntário para coordenar o evento da sua igreja, cidade, região;
    3. · Convidando a todas as pessoas que você conhece para adorar a Jesus das 7-8 PM horário local no dia 11.11.11 em um dos eventos promovidos.

Pensando sobre o propósito do Ministério de Louvor e Adoração

Pensando sobre o propósito do Ministério de Louvor e Adoração
Por Chris Tomlin


A cada semana, milhões de pessoas assistem ao culto em igrejas ao redor do mundo. Só Deus sabe o impacto da Sua obra nos corações e nas vidas destes adoradores. Através da adoração, Deus ministra ao coração, desafia a mente, e refresca a alma.

Nosso objetivo no ministério de louvor e adoração é:

# 1 Agradar a Deus em adoração a Ele
# 2 Liderar outros e levá-los ao coração de Deus através da música.

Ao longo do tempo, seguidores de Cristo viram o poder de Deus através da ministração de musicas. Quando Neemias liderou o povo de Deus trazendo-os de volta a obediência ao Senhor, ele convocou os líderes de louvor e adoração e os desafiou, lembrou e encorajou acerca de seus corações (e como eles celebraram cumprindo a promessa de Deus...) veja em Neemias 12. As músicas que cantamos podem contar uma história sobre a fidelidade de Deus ou simplesmente adorar ao nosso Salvador. Conclusão: todos nós experimentamos mudança de vida em momentos de adoração corporativa e pessoal.

Como um seguidor de Cristo, adoração pessoal é essencial. Nós encorajamos a adoração pessoal como um estilo de vida cotidiano.

Adoração corporativa também é muito importante porque traz unidade a um grupo sob os cuidados de Deus, e os desafia a fazer parcerias por causa de Cristo. A adoração corporativa também faz com que todos abandonem os desejos egoístas e pecados e os incentiva a uma vida santa e vitoriosa. Desafia as pessoas muito espirituais a não deixar para trás os irmãos que estão passando por lutas. Por último, a adoração corporativa nos lembra que estamos juntos (filhos de Deus) e que somos amados por Ele ... profundamente.

Como vamos conseguir fazer isso?

  • Sempre reforçando o caminhar com Jesus.
  • Sempre buscando os planos de Deus e Sua orientação.
  • Pedindo a Deus humildemente um profundo amor pelas pessoas, desejando que eles conheçam a Deus e experimentem Seu amor.
  • Música com Excelência.
  • Flexibilidade dentro e fora dos palcos com seleção de músicas e orientação no serviço de louvor e adoração.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Cântico de Moisés
Por Aaron Keyes


A primeira música na Bíblia foi o Cântico de Moisés em Êxodo 15. Conhecemos a história: Israel vivia em escravidão por 400 anos quando Deus enviou um libertador; através de uma série de milagres incríveis e pragas, culminando com a morte do cordeiro pascal e o rei egípcio (o Faraó) finalmente cedeu para que o povo de Deus fosse embora.
Os israelitas deixaram o Egito e a escravidão através da "Destra do Senhor" diz a Bíblia. Eles estavam comemorando a vitória de Deus, e por um breve momento, tudo parecia bem. Durante um tempo, eles marcharam para uma espécie de beco sem saída, Migdol de um lado, Pi-Hairote, de outro e o Mar Vermelho à frente. E atrás deles podiam ver no horizonte as nuvens de poeira subindo dos carros que se aproximavam com o rei egípcio de coração duro e seu exército.
As pessoas se queixaram e se prepararam para matar seu líder Moisés; mas Moisés estende sua mão. O Salmo 114:3 descreve a cena e diz: "O mar viu isso e fugiu". No Salmo 77:16 diz: "Viram-te as águas, ó Deus; as águas te viram e temeram." Que imagem impressionante: as águas correndo de medo, dividindo à esquerda e à direita, deixando o Rei da Glória passar.
Em Êxodo 14, vemos Israel atravessar da morte para a vida o mar dividido. Paulo fala sobre isso em 1 Coríntios 10, dizendo que esta é uma imagem do batismo. Assim como Israel, nós também fomos salvos de nossos opressores e cativeiro pela morte do Cordeiro pascal, Jesus Cristo e, como eles, vamos às águas do batismo como um sinal de sair da morte, e ida para a vida. Da escravidão para a liberdade.
Em Êxodo 15, vemos Moisés respondendo com adoração essa experiência. Eles cantam essa gloriosa música; veja essa letra:

V.1 Cantarei ao SENHOR, porque triunfou gloriosamente; lançou no mar o cavalo e o seu cavaleiro.
V.2 O SENHOR é a minha força e o meu cântico; ele me foi por salvação; este é o meu Deus; portanto, eu o louvarei; ele é o Deus de meu pai; por isso, o exaltarei.
V.3 O SENHOR é homem de guerra; SENHOR é o seu nome.
V.6 A tua destra, ó SENHOR, é gloriosa em poder; a tua destra, ó SENHOR, despedaça o inimigo.
V.11 Ó SENHOR, quem é como tu entre os deuses? Quem é como tu, glorificado em santidade, terrível em feitos gloriosos, que operas maravilhas?
V.13 Com a tua beneficência guiaste o povo que salvaste; com a tua força o levaste à habitação da tua santidade.
E, em seguida, Moisés termina sua canção com uma declaração sumária. Depois de tudo que Moisés viu e experimentou, veja o final da letra. Note que é tão verdadeiro para nós hoje como foi há milhares de anos atrás para Moisés:
V.18 O SENHOR reinará por todo o sempre.
Após alguns anos, agora tenho considerado compor canções sobre Deus ser Guerreiro. Eu conheço miríades de canções sobre Ele ser nosso Pai, nosso Salvador, nosso Rei. Tenho cantado inúmeras canções sobre o Seu amor, Sua misericórdia e Sua graça, mas tenho dificuldades em me lembrar de uma música que se dirige a Deus como sendo um guerreiro.
Chris Moerman é um bom amigo, grande líder de louvor e compositor talentoso. Nós compomos muitas músicas juntos ao longo dos últimos dois anos, e ele veio à minha casa com algumas idéias para uma música de Êxodo 15, o Cântico de Moisés. Amei! Eu estava tão animado, e nos meses posteriores ha este dia, a música veio a mim junto com Chris, Ben Smith e Barrett Pat. O fato de estarmos ministrando juntos a adoração em nossa igreja nos permitiu ter um tempo melhor para colaborar e compor músicas juntos. Embrulhamos a composição e enviamos para Graham Kendrick, que gentilmente (e com maestria) fez uns ajustes na letra e assim todos nós resolvemos enviar nossas músicas para Graham de agora em diante!Estamos ministrando a canção em todo o lugar, e está ressoando a muitas pessoas. Certamente ressoa em meu próprio coração. Tenho chamado a Deus de poderoso guerreiro várias vezes ultimamente. Estive orando alguns dos salmos mais imperativos, como o Salmo 83:15 "assim, persegue-os com a tua tempestade e amedronta-os com o teu vendaval". Ou o Salmo 35 ou Salmo 78:65,66 "O Senhor despertou como se do sono, como um guerreiro refrescado com vinho, e levou os seus inimigos de volta." Por causa de minha família, de nossa igreja, dos caras que estou discipulando, pedi a Deus para ir para a batalha, para abater meus inimigos, e proteger-nos com a Sua força. E eu acredito nisso, Ele É!
Espero que ninguém fique audacioso ao ler este texto, pedindo a Deus como o poderoso guerreiro que Ele É. Podemos encontrar abrigo atrás de seu escudo, força sob Sua espada, e vitória em cada batalha.
PS:
O Cântico de Moisés é a primeira canção na Bíblia. Surpreendentemente, também é um dos últimos. Em Apocalipse 15:3 lemos sobre um conjunto de adoradores no céu, e está escrito que eles cantam duas músicas: O Cântico do Cordeiro, e o Cântico de Moisés.
Pegue isto: O céu ainda está cantando o Cântico de Moisés. Aparentemente, Deus realmente ama essa música. Não somente pegue, mas pense também sobre isso: a adoração no céu é impactada pela adoração na terra. Os sublimes anjos do céu estão cantando canções escritas por um humilde homem da Terra.
O que isso poderia significar para nossa composição?

Fonte: aaronkeyes.com

sábado, 5 de novembro de 2011


Matéria indicada por nosso baterista Rafael Fidêncio, que Deus continue te abençoando! (Andson)

Por Ray Hughes


Nos primeiros três séculos, os cristãos primitivos tinham de realizar seus cultos de adoração em secreto, pois podiam até ser mortos por adorarem a qualquer outro deus a não ser Júpiter e os outros deuses romanos. Os cristãos não faziam parte da classe rica e influente da sua época. Eram apenas pessoas simples e humildes que abraçavam com todo o coração os ensinamentos de Jesus.Não possuíam belos palácios para a realização de seus cultos. Como tinham de esconder-se dos romanos, adoravam em locais escuros e secretos e não usavam instrumentos musicais a fim de não chamar a atenção do inimigo. Desnecessário é dizer, portanto, que era uma época na história em que a música mal conseguia sobreviver. Do que se pode constatar, os cristãos primitivos entoavam seus cânticos num estilo monódico e sem ritmo, muito semelhante ao dos judeus, quando cantavam salmos na sinagoga.
Apesar de toda essa dificuldade e da falta de espaço para se desenvolverem nessa área, os cristãos primitivos tiveram uma oportunidade singular de demonstrar publicamente o valor e o poder da adoração a Deus em cânticos.
Como é de conhecimento comum, os imperadores freqüentemente lançavam cristãos às feras para servir de entretenimento para os romanos e para tentar exterminar a igreja. Enquanto os leões invadiam a arena para devorá-los, os cristãos permaneciam firmes e levantavam as vozes em louvores ao seu Deus. Esses cânticos eram tão fortes e ungidos que o violento rugido da multidão, ansiosa para ver o espetáculo sanguinário, se calava a fim de se ouvir a letra.
Vez após vez, preparava-se o espetáculo e os cristãos eram jogados aos leões, mas aquele cântico que liberavam juntos antes da morte, criava uma cena tão espantosamente comovente que a platéia bárbara simplesmente perdia o senso de vitória e esporte.
Com o passar do tempo, imperadores como Constantino foram tirando a pena de prisão e morte daqueles que criam em Jesus. O poder da adoração havia vencido as forças da barbárie e da tirania.
Na Idade Média
Durante grande parte da história, a igreja tem demonstrado insensibilidade para as necessidades do povo comum e da sua expressão cultural - chegando até mesmo a resistir agressivamente a estas expressões tradicionais.
Por exemplo, por muitos anos a igreja defendia a idéia de que o violino (ou sua versão mais antiga e popular, a rabeca) era a caixa do diabo. Assim, tirando os instrumentos das mãos dos músicos e excluindo-os da igreja, a música foi praticamente perdida no culto a Deus. Passaram-se centenas de anos num período que se pode chamar a Idade Escura da Música. Imensos órgãos ocupavam grandes espaços nos templos e catedrais e substituíam todos os demais instrumentos. Com apenas uma enorme máquina musical que sozinha produzia o som de uma orquestra, não havia necessidade de tolerar as mesquinharias e ultra-sensibilidades de toda uma equipe musical.
Como resultado, surgiu uma classe de pessoas no século XI, conhecidas como goliardos, constituída de sacerdotes expulsos da Igreja, trovadores e poetas-profetas, que andavam de um lugar para outro, cantando e expondo a hipocrisia e o pecado da Igreja. Na Igreja, só ficaram os tons monótonos do cantochão litúrgico, que excluíam toda e qualquer expressão criativa do coração do povo de Deus. O culto agora nada mais era do que líderes cantarolando e causando sonolência a Deus e ao seu povo.
Nesse período, o coração e a música de guerreiro se perderam, como também a criatividade da expressão individual. De modo semelhante, a idéia que se criou do céu é de um lugar etéreo, onde as pessoas passarão milhares de anos entediados, cantando "Senhor, Kumbayah" (termo de origem incerta que faz parte de uma música negro spiritual e que significa "venha por aqui").
A verdade é muito diferente disto. Se nos basearmos na complacência e insipidez apática de alguns tipos de música religiosa para obtermos um gosto da vida celestial, teremos de concordar que será uma infindável monotonia. Entretanto, nas Escrituras vemos um quadro do céu totalmente diferente. Encontramos grande regozijo, louvor ensurdecedor, harpistas tocando, hosanas, aleluias, e vozes exaltadas. Só há 30 minutos de silêncio na eternidade do céu, e isto só para os anjos poderem tomar fôlego. Em seguida, recomeçam com toda sua força por mais mil anos e toda a criação une sua voz a eles numa tremenda rajada de som. Dá para ver que no céu haverá muito barulho!
Agora compreendo que nunca será tedioso no céu porque criatividade ilimitada está na própria natureza de Deus. A cada "hora", Deus revelará uma nova dimensão da sua natureza que nunca havíamos compreendido no nível terreno. Haverá emoção e suspense constante.
Veja Apocalipse 4. Todos aqueles que estão perto do trono de Deus até parecem estar meio atordoados. Só conseguem dizer: "Santo, santo, santo" (v. 8). Cada vez que contemplam um novo aspecto da natureza de Deus, a única coisa que conseguem dizer é "Santo". Cada "santo" tem um significado completamente novo. É uma reação diferente a algo novo que estão enxergando. Durante toda a eternidade, Deus estará continuamente revelando algo novo da sua natureza que nos pasmará e nos motivará a louvar e adorá-lo. Estou dizendo: Não tem como existir tédio lá!
Extraído e traduzido do livro "Sound of Heaven, Symphony of Earth" (Som do Céu, Sinfonia da Terra"), de Ray Hughes, MorningStar Publications.
Fonte: Revista Impacto
 

 
 

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Agenda do Ministério de Louvor para o mês de novembro de 2011

Dia 6/11/2011 Débora Fidêncio
Dia 13/11/2011 Júnior Borges
Dia 20/11/2011 Juliana Fidêncio
Dia 27/11/2011 Liliane Avelar


Fiquem atentos aos horários dos ensaios, no domingo o ensaio oficial é 10h.